Lei proíbe nomeação de pessoas condenadas por violência contra mulher para cargos públicos

Lei proíbe nomeação de pessoas condenadas por violência contra mulher para cargos públicos

WhatsApp
Telegram
Facebook
Email
LinkedIn

Redação

redacao@webapp413418.ip-172-233-181-47.cloudezapp.io

A Câmara de Vereadores de Palmas aprovou em primeira votação um projeto de lei que veda a nomeação de pessoas condenadas por crimes da Lei Maria da Penha e Feminicídio, para cargos públicos no âmbito da administração direta e indireta dos poderes executivo e legislativo do Município. De autoria do vereador Paulo Bannake (PSB), o projeto de lei foi votado na terceira Sessão Ordinária do ano, realizada na segunda quinzena de fevereiro.

A proibição é válida para pessoas que tiveram condenação transitada em julgado até o fim do período de cumprimento de pena. A segunda votação ocorreu na sessão da noite desta segunda-feira (7), e a expectativa era de que a proposta fosse aprovada por unanimidade.

Sobre a aprovação, a Comissão das Mulheres Advogadas da OAB, Subseção de Palmas, através da presidente, Gabriela Celi e demais advogadas, destacaram a importância de um município ter previsão legal nesse sentido.

“Ressaltamos que para uma sociedade transformada, segura e igualitária, cada um de nós deve fazer a sua parte e, principal e inicialmente, o poder e administração pública. Assim, novas diretrizes que versem sobre o respeito à vida e a integridade física e psíquica, não apenas de mulheres, mas de todo ser humano, devem ser aplicadas e apoiadas por todos. Nosso município foi alvo de inúmeros casos de violência contra a mulher no ano 2021, dentre eles, diversos em violência doméstica e isso não deve continuar assim”, afirmaram, conforme informações da assessoria do vereador.

O vereador proponente agradeceu as doutoras Gabriela Celi e Carla Regina Wingert de Moraes pelo auxílio na redação da matéria. “O projeto de lei é mais uma ferramenta para assegurar a moralidade administrativa no serviço público prestado e também coibir ações violentas e crimes contra as mulheres, que devem ser respeitadas e valorizadas”, explicou o parlamentar, que ressaltou que a proposta é também de grande avanço social.

Na sessão de aprovação, a doutora Fabiana Bozz representou a Comissão das Mulheres Advogadas.

Fonte: diariodosudoeste.com.br


Deixe um comentário

Noticias relacionadas

Siga-nos

Artigos

Últimas noticias

Câmbio & Bolsa

Dólar (USD) Carregando...
Peso Argentino Carregando...
Guarani (PYG) Carregando...
Ibovespa Carregando...
Atualização --

Segurança

Assine nossa Newslletter