Em reunião, Mesa diretora trata sobre instalação do sistema de placas fotovoltaicas

Em reunião, Mesa diretora trata sobre instalação do sistema de placas fotovoltaicas

WhatsApp
Telegram
Facebook
Email
LinkedIn

Marcelo Coan

Conforme responsável técnica da empresa que fará a instalação, sistema deve operar já na segunda quinzena de fevereiro

Com o objetivo de esclarecer detalhes e dúvidas, vereadores membros da mesa diretora da Câmara de Vereadores de Pato Branco estiveram, nesta quinta-feira (26), reunidos com José Henrique da Silva Pereira. Ele é responsável técnico da empresa que irá instalar o sistema de placas fotovoltaicas na Casa de Leis. Servidores do Legislativo também participaram da conversa.

Segundo ele o sistema a ser instalado possui tecnologia nova embarcada. Ele adianta que isso vai gerar uma grande economia. Pereira conta que serão instalados 46 módulos de 665w. Isso garante 30,36kw pico. Por mês, o sistema deve gerar 4.000kwh. Na prática, isso deve representar uma economia de R$ 4 mil a R$ 5 mil por mês. Para isso serão investidos R$ 102,9 mil. Como a estrutura onde o sistema será instalado atende todas as especificações, o valor será empregado especificamente nos módulos, inversor e cabos, por exemplo. 

Como a presidência da Casa de Leis já deu a ordem de serviço, Pereira  projeta a instalação para o início de fevereiro. Depois disso, compete a Companhia Paranaense de Energia (Copel) fazer a homologação com a troca do relógio – será instalado um relógio bidirecional, o qual vai fazer a medição da energia gerada pelo sistema. “Todos os projetos já foram feitos. Agora é instalação, vistoria e troca de relógio”, disse adiantando que o Legislativo deve gerar energia limpa a partir da segunda quinzena de fevereiro.

Economia

Conforme projeção, baseada no consumo atual do Legislativo e na capacidade de geração média anual do sistema, o tempo de retorno do investimento é de 3,96 anos. Como há uma tarifa mínima que precisa ser paga à concessionária – hoje na casa dos R$ 233 – o sistema deve gerar uma economia anual de 92,36%.

Explicando que os módulos fotovoltaicos tem uma vida útil de 25 anos, Pereira afirma que a Câmara de Vereadores terá 21 anos de “lucro” com o sistema. Segundo Pereira, além de ser um projeto viável, existe a questão da sustentabilidade. Ele explica que vários poluentes deixam de ser emitidos, já que se trata de uma geração totalmente limpa, que não agride a natureza.

Fonte: diariodosudoeste.com.br


Deixe um comentário

Noticias relacionadas

Síganos

Últimas noticias

Un paseo por la frontera

Turismo

Intercambio de Fronteras

Dólar (USD) Carregando...
Peso Argentino Carregando...
Guarani (PYG) Carregando...
Atualização --