Coronel Vivida intensifica combate ao Aedes aegypti

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Coronel Vivida, no Sudoeste do Paraná, acaba de avançar no enfrentamento ao Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, chikungunya e Zika vírus. A Prefeitura, por meio do setor de endemias, realizou a leitura das ovitrampas instaladas em pontos estratégicos da cidade. As informações obtidas servirão de base para ações rápidas e direcionadas, em complemento à digitação dos dados no sistema Conta Ovos, ampliando o controle da proliferação do vetor.

Por que o monitoramento é fundamental?

A análise das ovitrampas permite identificar com maior precisão as áreas de circulação do Aedes aegypti. Esse processo possibilita que os agentes de endemias adotem medidas imediatas, como o tratamento focal e a intensificação das visitas em locais com maior registro de ovos, diminuindo os riscos de surtos de doenças.

Como você pode colaborar na luta contra o mosquito

  • Elimine qualquer foco de água parada em sua residência e regiões próximas.
  • Use repelentes e roupas que cubram o corpo, especialmente em períodos de maior infestação.
  • Fique alerta aos sintomas de dengue, febre chikungunya e Zika vírus: febre alta, dores no corpo, manchas avermelhadas e mal-estar.

As informações geradas pelo sistema Conta Ovos e a participação ativa da comunidade são essenciais para que Coronel Vivida continue avançando na saúde pública e prevenindo novos casos.

O que são ovitrampas e como funcionam?

As ovitrampas são dispositivos simples e altamente eficazes para o monitoramento do mosquito Aedes aegypti. Elas consistem em recipientes escuros, geralmente preenchidos com água e equipados com uma palheta de material poroso — como madeira ou papel — onde as fêmeas do mosquito depositam seus ovos.

O funcionamento das ovitrampas é baseado no comportamento do Aedes aegypti, que busca locais escuros e úmidos para a postura. Ao atraí-lo para um ambiente controlado, permite-se a coleta sistemática e periódica dos ovos pelo setor de endemias. A cada leitura, os agentes retiram as palhetas para contagem dos ovos, enviam para análise e alimentam o sistema Conta Ovos com dados precisos sobre a infestação em diferentes pontos da cidade.

Este método não apenas identifica áreas de risco e direciona ações preventivas, mas também torna possível acompanhar a evolução da população do mosquito ao longo do tempo, promovendo intervenções mais rápidas e eficientes na prevenção de doenças como dengue, chikungunya e Zika.

Fonte: diariodosudoeste.com.br


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