Na ginástica rítmica, Brasil estreia confiante em chances de fazer final olímpica

Na ginástica rítmica, Brasil estreia confiante em chances de fazer final olímpica

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A equipe brasileira de ginástica artística está no Japão desde o dia 26 de julho para a disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Após um período de aclimatação, está pronta para pôr em prática o que treinou nos últimos anos. O time se apresenta nesta sexta-feira e a confiança é grande para voltar a disputar uma final olímpica, o que não ocorre desde Atenas-2004, na Grécia. E, estando lá, lutar por uma medalha.

“Nós queremos entrar e sair felizes da quadra de competição, estamos prontas, treinamos todos os dias para isso. Queremos entrar na final, e, em uma final, tudo pode acontecer. Sonhamos e visualizamos todos os dias uma medalha no pescoço de cada uma”, contou Duda Arakaki, a capitã da equipe.

Além de Duda, o conjunto brasileiro é formado também por Beatriz Linhares, Déborah Medrado, Geovanna Santos e Nicole Pircio. Em nome do grupo, Duda diz como foi o período de aclimatação no Japão antes da estreia.

“Na verdade, foi e está sendo uma experiência incrível e de extrema importância, especialmente por entrarmos no clima dos Jogos, nos acostumarmos com o fuso horário etc. Todos aqui foram muito prestativos, tudo maravilhoso”, disse, elogiando a estrutura montada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) no Japão para a modalidade.

Duda conta sobre o dia a dia dela e das companheiras e o porquê da confiança em uma boa apresentação. “Nosso ponto forte é o amor que sentimos pelo que fazemos, a perseverança e a união, estamos sempre ajudando uma a outra. Isso com certeza faz toda a diferença dentro e fora da quadra”, completou.


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