Miguel Ángel Ramírez não se preocupa com pressão no Internacional: ‘Não me afeta’

Miguel Ángel Ramírez não se preocupa com pressão no Internacional: ‘Não me afeta’

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Perder um título é duro, pior ainda quando o vencedor é seu maior rival. Os jogadores do Internacional perderam a estribeira no final do clássico Gre-Nal, no empate por 1 a 1 que deu ao Grêmio o tetracampeonato gaúcho. Dentro de campo houve muitas reclamações em cima da arbitragem e nos bastidores uma pressão para a queda do técnico Miguel Ángel Ramírez. O nome pedido pelas torcidas organizadas é de Lisca, do América-MG.

Com a ausência dos jogadores na entrevista coletiva, sobrou pra o próprio técnico tentar se defender das críticas. Ele garantiu não temer por sua demissão. “Não me preocupa nada. Não me afeta. Peguei o time com números espetaculares no Brasileiro (vice-campeão) e classificado na Libertadores. Mas ainda não tive tempo de trabalhar como estava planejado”, afirmou.

Segundo ele, quando chegou ao clube tudo foi bem discutido com a direção. “Me reuni com minha comissão técnica, com o executivo de futebol e com a direção. Apresentamos vários nomes e o clube está trabalhando nisso. São peças que podem reforçar o nosso grupo”.

Segundo Ramírez, a perda do título estadual deve servir como uma lição. “Minha maior motivação é responder para estas pessoas que estão tristes pela derrota”, reforçou, na confiança de que vai seguir seu trabalho à frente do elenco colorado.

Indagado sobre a ausência do zagueiro Victor Cuesta, por lesão, sofrida na quinta-feira no jogo contra o Olímpia, pela Copa Libertadores, o técnico foi enfático. “Era o melhor a fazer. Ele sentiu uma lesão e não poderíamos correr o risco de perdê-lo indefinidamente”.

Sobre o jogo, o técnico negou que o time tivesse perdido o controle emocional. “Não me pareceu. São reações que acontecem em campo devido a rivalidade. Senti o controle, o bom entendimento dentro de campo. A gente sabia que seria difícil ganhar, realmente complicado. Eles (Grêmio) tem uma boa equipe. Fomos superiores quando estávamos 11 contra 11”, apontou, se referindo à expulsão de Yuri Alberto. que se desentendeu com Rafinha, do Grêmio. Ambos foram expulsos nos minutos finais do primeiro tempo.


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