Funchal: Plano B em caso de não aprovar PEC é manter status quo do Bolsa Família

Funchal: Plano B em caso de não aprovar PEC é manter status quo do Bolsa Família

WhatsApp
Telegram
Facebook
Email
LinkedIn
O secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, disse nesta sexta-feira que a não aprovação da polêmica proposta de parcelamento dos precatórios implica a manutenção do orçamento do Bolsa Família em torno de R$ 34 bilhões – ou seja, sem o aumento prometido pelo presidente Jair Bolsonaro. Durante live transmitida pela XP, Funchal afirmou que a intenção é enviar até o fim do mês o projeto de lei orçamentária anual, o PLOA, com previsão de pagamento dos precatórios ocupando a margem de R$ 30 bilhões permitida a gastos adicionais pela regra do teto. O Bolsa Família não poderia, assim, subir para mais de R$ 50 bilhões como pretendido pelo Executivo.

“Aquele espaço de R$ 30 bilhões que seria aberto para um pouco mais de investimento e ampliação do programa social é ocupado pelos precatórios”, comentou Funchal.

Se a PEC dos precatórios for aprovada entre setembro ou outubro, tornando viável a ampliação do Bolsa Família, o governo enviará uma mensagem modificativa para alterar o orçamento. Caso contrário – isto é, se a PEC cair -, será mantido o plano orçamentário original.

“Mantém o status quo”, respondeu Funchal ao ser questionado qual seria o Plano ‘B’ do governo caso a mudança constitucional não seja autorizada pelo Legislativo.


Deixe um comentário

Noticias relacionadas

Síganos

Últimas noticias

Un paseo por la frontera

Turismo

Intercambio de Fronteras

Dólar (USD) Carregando...
Peso Argentino Carregando...
Guarani (PYG) Carregando...
Atualização --