Ex-número 1 do mundo, Murray exige respeito durante pandemia e cita o Brasil

Ex-número 1 do mundo, Murray exige respeito durante pandemia e cita o Brasil

WhatsApp
Telegram
Facebook
Email
LinkedIn
No momento em que muitos jogadores do circuito profissional se dizem cansados de ficar em ambientes controlados nos torneios, as chamadas “bolhas” entre os hotéis e locais de competição, o britânico Andy Murray pede para que os colegas respeitem as exigências estabelecidas pelos eventos e por autoridades de saúde locais. O tenista de 33 anos e ex-número 1 do mundo entende que essa é a forma mais segura de manter o calendário durante a pandemia do novo coronavírus.

O britânico cita até mesmo o recente aumento no número de mortes pela doença no Brasil para justificar o pedido para que os demais jogadores entendam a gravidade do momento.

“Sei que não é muito divertido ficar na bolha. Em Miami, por exemplo, você olhava pela janela e a cidade inteira estava completamente aberta, mas os jogadores estavam obviamente na bolha”, disse Murray, em entrevista ao jornal escocês Herald Scotland. “Mas se não tivesse a bolha, ainda mais na época do ‘Spring Break’ (festa tradicional nos Estados Unidos), com toneladas de pessoas vindas de todo o país e festejando, um monte de jogadores começaria a dar positivo para a covid-19 e isso também seria muito difícil para o torneio”.

“Mas, ao mesmo tempo, eu vejo que 60 mil pessoas morreram no Brasil no mês passado por causa do coronavírus. Então, se é isso que temos que fazer para continuar fazendo nosso trabalho e dar aos torneios alguma segurança, que seja. É uma época muito incerta todo mundo. No momento, (a bolha) é a melhor maneira de manter os torneios seguros, além de proteger os jogadores e os membros das equipes”, complementou o atual 121.º colocado do ranking da ATP.

Murray também cobra empenho dos jogadores em participar de campanhas de vacinação. O sérvio Novak Djokovic, número 1 do mundo, já afirmou que não concorda com a obrigatoriedade de ser vacinado. “Se você não quer ficar em uma bolha por tanto tempo, você precisa apoiar a vacinação porque você não pode simplesmente dizer: ‘Não, queremos apenas viver normalmente e não queremos ficar na bolha, mas nós também não queremos ser vacinados’. Isso, para mim, seria idiotice”.


Deixe um comentário

Noticias relacionadas

Síganos

Últimas noticias

Un paseo por la frontera

Turismo

Intercambio de Fronteras

Dólar (USD) Carregando...
Peso Argentino Carregando...
Guarani (PYG) Carregando...
Atualização --