Após ofensiva de Doria, PSDB adia decisão sobre modelo de prévias

Após ofensiva de Doria, PSDB adia decisão sobre modelo de prévias

WhatsApp
Telegram
Facebook
Email
LinkedIn
Após uma ofensiva de aliados do governador João Doria, a Executiva Nacional do PSDB adiou para a próxima terça-feira, 15, a decisão sobre o modelo das prévias que definirão o candidato da sigla ao Palácio do Planalto em 2022. O partido definiu que a eleição interna será indireta, ao contrário do que defende o tucano paulista, mas seus aliados tentam agora reduzir o peso dos votos da bancada e da cúpula partidária. A disputa está marcada o dia 21 de novembro.

Durante a reunião, foram apresentadas duas propostas de destaques que modificam o relatório original elaborado por uma comissão interna do partido. A primeira, do diretório de São Paulo, prevê que os filiados tenham peso de 50% dos votos e os mandatários, também de 50%. Outro modelo, apresentado pelo diretório de Minas Gerais, mantém a divisão do colégio eleitoral em 4 grupos, com peso de 25% cada.

Os grupos são I: filiados; II: prefeitos e vice-prefeitos; III: vereadores, deputados estaduais e distritais; IV: governadores, vice-governadores, ex-presidentes e o atual da Comissão Executiva Nacional do PSDB, senadores e deputados. Por esse modelo, cada pré-candidato leva para a soma geral o porcentual que teve em cada grupo.

A eleição direta universal interessava a Doria porque o PSDB paulista é o maior e mais bem organizado do país, com 301 mil dos 1,3 milhão de filiados à sigla. É também o único que já realizou prévias e tem o cadastro de eleitores mais atualizado. A avaliação entre os tucanos é que o governador está em desvantagem na bancada na direção executiva nacional, que conta com 36 membros.

Quatro nomes já se apresentaram como presidenciáveis tucanos. Além de Doria, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o senador Tasso Jereissati (CE) e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

“Vamos buscar o consenso. O objetivo é unir o grupo. Não tem sentido radicalizar”, disse o senador Izalci Lucas (DF), que defendeu o modelo de divisão em 4 grupos. Já o presidente do PSDB paulista, Marco Vinholi, disse que vai tentar articular uma maioria na executiva pelo modelos de divisão em 2 grupos. “Buscamos uma proposta de convergência. Esse modelo de 50% e 50% é mais democrático”, afirmou.


Deixe um comentário

Noticias relacionadas

Síganos

Últimas noticias

Un paseo por la frontera

Turismo

Intercambio de Fronteras

Dólar (USD) Carregando...
Peso Argentino Carregando...
Guarani (PYG) Carregando...
Atualização --