Colchão de liquidez fecha maio em R$ 1,036 trilhão, mostra Tesouro

Colchão de liquidez fecha maio em R$ 1,036 trilhão, mostra Tesouro

WhatsApp
Telegram
Facebook
Email
LinkedIn
O Tesouro Nacional encerrou o mês de maio com R$ 1,036 trilhão no chamado “colchão da dívida”, a reserva de liquidez feita para honrar compromissos com investidores que compram os títulos brasileiros. O valor observado é 6,93% maior em termos nominais que os R$ 969,27 bilhões que estavam na reserva em abril. O montante ainda é 59,42% maior que o observado em maio de 2020 (R$ 650,16 bilhões).

“O nível atual é suficiente para 9,6 meses à frente de vencimentos. Cabe destacar que nos próximos 12 meses haverá vencimentos estimados em R$ 1,170 trilhão”, informou o Tesouro.

A divulgação do valor exato do “colchão da dívida” foi adotada no início deste ano e é uma iniciativa do Tesouro para elevar a transparência sobre esse dado, que serve de termômetro para saber se o País tem recursos para pagar seus investidores ou precisará recorrer rapidamente ao mercado para reforçar o caixa.

No início da pandemia da covid-19, o elevado colchão de liquidez foi essencial para que o Tesouro pudesse se abster de emitir grandes volumes de títulos num momento de forte volatilidade do mercado, o que poderia resultar em custo elevado de financiamento.

No ano passado, o Tesouro encerrou com um colchão da dívida até acima do observado em 2019, após aproveitar uma janela favorável para emissões no fim do ano.

O objetivo agora é manter, ao longo de 2021, o colchão de liquidez acima de seu nível prudencial. O Tesouro Nacional ressalta ainda que não define metas para o tamanho mínimo da reserva de liquidez.


Deixe um comentário

Noticias relacionadas

Síganos

Últimas noticias

Un paseo por la frontera

Turismo

Intercambio de Fronteras

Dólar (USD) Carregando...
Peso Argentino Carregando...
Guarani (PYG) Carregando...
Atualização --