Movimento #Fora Tite cresce nas redes sociais por possível boicote à Copa América

Movimento #Fora Tite cresce nas redes sociais por possível boicote à Copa América

WhatsApp
Telegram
Facebook
Email
LinkedIn
Desde a noite da última quinta-feira, a hashtag #ForaTite, movimento pedindo a saída do técnico da seleção brasileira, ganhou espaço nas redes sociais. Dezenas de internautas criticaram a posição do treinador, na coletiva de imprensa na Granja Comary. Tite fez críticas veladas à realização da Copa América no Brasil e prometeu esclarecer sua posição após os dois próximos jogos das Eliminatórias – o último será na terça-feira no Paraguai. No Twitter, o assunto alcançou relevância e ficou entre os mais comentados da rede entre os “trending topics”.

Internautas chamaram o treinador de “esquerdopata” e “lacrador” por conta de um possível boicote do técnico, sua comissão e até mesmo os jogadores à Copa América 2020, que será disputada no Brasil após a desistência da Colômbia (por problemas políticos internos) e da Argentina (pelo agravamento da pandemia). Em sua maioria, os internautas que usam a hashtag #ForaTite são favoráveis à realização da Copa América em território nacional e apoiam o presidente Jair Bolsonaro.

Nesta sexta-feira, o mesmo grupo insatisfeito com o treinador começou a pedir para que Renato Gaúcho assuma a posição na Seleção. Embora não tenham a metodologia de uma pesquisa científica, os números apontam tendências, um retrato das redes sociais, especialmente o Twitter.

Desde o início da campanha nas Eliminatórias da Copa de 2018, em 1º de setembro de 2016, Tite viveu bons momentos na seleção e chegou a ser unanimidade. Em tom de ironia, internautas o apontavam como virtual candidato à presidência do País. O prestígio se dissipou após a derrota para a Bélgica e a eliminação na Copa da Rússia.

Com 52 jogos no comando da equipe – 38 vitórias, 10 empates e quatro derrotas -, Tite apresenta retrospecto amplamente favorável, mas vive um momento de instabilidade. As razões são as divergências com o presidente da CBF, Rogério Caboclo, por conta do apoio do treinador às insatisfação dos jogadores com a Copa América e a maneira como a CBF se posicionou sobre o tema – os jogadores ficaram sabendo que o torneio seria no Brasil pelas redes sociais e pela imprensa.

Também agravaram a crise a denúncia de assédio sexual e moral de uma funcionária da CBF contra o presidente e críticas do dirigente à comissão técnica da seleção, especialmente ao auxiliar Cléber Xavier, auxiliar de Tite.


Deixe um comentário

Noticias relacionadas

Síganos

Últimas noticias

Un paseo por la frontera

Turismo

Intercambio de Fronteras

Dólar (USD) Carregando...
Peso Argentino Carregando...
Guarani (PYG) Carregando...
Atualização --